A relação entre identidade (uma convenção social) e o corpo do indivíduo é que esse eu não é uma mera projeção, mas ele é encarnado e se configura como um espaço simbólico na formação das identidades (GIDDENS, 2002).
"Num mundo marcado pela desterritorialização, o corpo desponta como espaço limite de vivência (ou até mesmo de sobrevivência) do exercício da territorialidade". (CASTRO; BUENO, 2005, p. 9). Ele é, então, território da cultura (uma vez que se configura como suporte para a cultura das sociedades) e da identidade (CASTRO; BUENO, 2005; GUIMARÃES, 2005).
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